sexta-feira, 9 de outubro de 2015

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Chega um momento da maturidade humana em que amar o próximo se dá pela energia que é recebida, e isso é decisivo também para a energia que emitimos.

Já faz um tempo em que eu aprendi a gostar das pessoas pelo bem que consigo sentir e não pelo tempo de convívio ou pela história que a pessoa tem.

Eu não convivo o tempo todo com muitas pessoas, mas qualquer momento com elas pode se transformar num momento de amor.

Consigo amar momentos, essências, ideias e impressões.
E isso é bom, porque o amor não deve se perder quando não houver a oportunidade de se aprofundar, de ver, de tocar, etc.

O amor é transcendental. É preciso sentir.

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