Crescer e ter que inverter.
Deixar as obrigações serem maiores que os desejos.
Colocar o tempo em tarefas e esforços em coisas.
Eu acho engraçado quem diz que somos livres.
Fala-se em livre arbítrio, mas pode-se ignorar que toda e qualquer vida esta fadada a um ciclo?
Entre as pontas soltas viver e morrer são polos fechados.
Do que se escapa, senão do entendimento da realidade para fazer da ilusão asas.
Desculpa, eu me tornei uma profunda observadora de névoas, borrões e pontuações.
Aqui as reticências são detalhes.
E poucos sabem ver por entre eles.
Fica muito difícil sobreviver com limites e apegos.
Viver então, é invenção para perfeição e aqui se mata e se morre.
Aqui se enterra sonhos, se nega amor.
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domingo, 27 de julho de 2014
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