Havia um caminho florido, regado por lágrimas.
A menina passava e pingava gotas colhidas em noites de solidão. Certo dia a felicidade bateu à sua porta, e ela abriu. Desde então as lágrimas cessaram, mas o caminho de todo dia já não era florido. Era um caminho seco, e preciso. Como a razão.
Enquanto se busca a felicidade, a gente transborda. Depois que se encontra, a gente racionaliza a rotina com medo dela ir embora. É que a gente não sabe perder, e tudo se transforma numa questão de ter.
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Texto feito com base na palavra sugerida: flor.
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terça-feira, 24 de junho de 2014
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