terça-feira, 3 de junho de 2014

Eu acho que amor é para sempre, mas os diversos interesses sofrem alterações.
Até o silêncio afasta a identificação... Só não cala o que tem voz eterna.
Dizem que quem ama deixa livre, e se possível, também se faz livre.
Penso que nenhum apego é amor demais e afastamento não é amor de menos. 
São paralelas da convivência. Resultados das escolhas. Meios de sobrevivência.
O único ponto crucial para tudo ter sentido, é que se fale de amor considerando que amor é verdadeiro. Não adianta nomeá-lo e dar significado diferente da essência que lhe cabe.
Se não existe certeza de que o que se sente é amor, qualquer coisa poderá sintetizá-lo, mas nunca justificá-lo.
Amor não é isso de derivados. Ele é o prefixo.
Vem primeiro e não, não vai por último.
Amar não é um nó, é um ponto. Um ponto de partida que só conhece a chegada, e que pertence a quem chega. É parte da própria vida.
Depois do amor, tem mais amor.
O que acaba tem outros nomes.
É outra coisa, e não vem antes.
Antes do amor só vem a própria vida.

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